Você sabe exatamente quanto guardar na sua reserva de emergência?

43% dos brasileiros não têm nada guardado para imprevistos.

84% enfrentaram uma emergência no último ano.

O problema quase nunca é falta de dinheiro — é falta de direção.

Se você se reconhece em alguma dessas situações, este guia é para você:

Tenho dinheiro na poupança, mas não sei se está no lugar certo

Não sei exatamente quanto preciso guardar

Já invisto, mas nunca parei para montar a reserva de verdade

Sou autônomo e minha renda varia — não sei quanto é o suficiente

Sempre penso em guardar, mas no fim do mês não sobra nada

Investir sem reserva é uma armadilha silenciosa.

Quando a emergência aparece — e ela aparece — você é forçado a resgatar investimentos no pior momento possível. Vende na baixa. Paga imposto antecipado. Perde o que levou meses para construir.

A reserva de emergência não é o investimento mais rentável. É o que protege todos os outros.

O que você vai aprender

→ Quanto guardar de acordo com seu perfil: CLT, autônomo ou empresário — a resposta é diferente para cada um

→ Como construir a reserva do zero mesmo quando "não sobra nada" no fim do mês

→ Poupança, Tesouro Selic ou CDB? Qual produto escolher e por que a poupança quase sempre é a pior opção

→ O erro mais comum de quem investe sem ter a base estruturada — e como evitar

Quem escreveu este guia

Alexsandro Nishimura é economista com pós-graduação em Finanças, assessor de investimentos na Taurus Investimentos (BTG Pactual), planejador financeiro pessoal certificado (CFP®) e analista certificado (CNPI-P). Com 20 anos de experiência no mercado financeiro, já foi entrevistado por Globo, Jovem Pan, IstoÉ Dinheiro, Época Negócios, Valor Econômico e CNN Brasil.

Criou a Jornada do Investidor para levar educação financeira séria para quem quer aprender a investir do jeito certo — sem depender de banco, sem promessa de retorno fácil.

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