Seu dinheiro merece um plano, não uma promessa
Sou Alexsandro Nishimura — economista com experiência em análise de investimentos (CNPI-P) e planejador financeiro certificado (CFP®), com 20 anos de mercado financeiro. Ajudo pessoas a investir melhor e a construir um patrimônio que faça sentido para a vida que querem ter.
Você trabalha duro. O seu dinheiro também deveria trabalhar por você.
“Ganho bem, mas no fim do mês sobra pouco — e não sei por quê.”
“Quero investir, mas não sei por onde começar sem cair em armadilha.”
“Já invisto, mas sinto que poderia estar fazendo melhor.”
Essas são as conversas que tenho todo dia. E a resposta para todas elas começa no mesmo lugar: entender a sua situação real, sem pressa e sem produto para empurrar.
Como posso te ajudar
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Para quem já tem ou quer começar a construir uma carteira de investimentos. Vinculado à Taurus Investimentos (BTG Pactual), ofereço acompanhamento personalizado: análise do seu perfil, recomendação de ativos, revisão periódica da carteira e suporte contínuo para as suas decisões.
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Para quem quer organizar as finanças antes — ou junto com — os investimentos. Trabalho o diagnóstico do orçamento, controle de gastos, construção de reserva de emergência e definição de metas financeiras com prazo e método. Porque investir bem começa em saber para onde o dinheiro vai.
✓ Cursos em vídeos com 4 trilhas progressivas
✓ E-books exclusivos por tema
✓ Planilhas práticas para organizar seus investimentos
✓ Canal no WhatsApp com conteúdo curado e análises de mercado
✓ Sem cartão. Sem cobrança. Sem pegadinhas.
Uma plataforma gratuita de educação financeira para quem quer investir com mais consciência — no próprio ritmo, com método e sem promessas de retorno fácil.
Jornada do Investidor
Sem atalhos. Trabalho com o que é real: seu orçamento, seus objetivos, seu prazo.
Sem conflito de interesse. Minha recomendação parte do que é melhor para você, não do produto que gera mais comissão.
Com método e continuidade. Planejamento não é um evento único. É um processo que evolui conforme a sua vida evolui.
Minha forma de trabalhar
Aprendi cedo que dinheiro é um meio, não um fim. É o que viabiliza segurança, liberdade e as experiências que fazem a vida valer a pena.
Essa clareza veio de quase vinte anos dentro do mercado financeiro — como analista de renda variável, liderando Research e Marketing em uma das maiores operações de varejo do setor, e depois como sócio em um escritório focado no investidor pessoa física.
Ao longo dessa trajetória, vi um padrão que me incomodava crescer: a atração pela promessa de ganhos rápidos. E fui entendendo que o papel de quem trabalha com finanças deveria ser exatamente o oposto — ajudar as pessoas a construir algo sólido, com método e paciência.
Hoje atuo como assessor de investimentos vinculado à Taurus Investimentos (BTG) e, de forma independente, como planejador financeiro pessoal. E foi essa convicção que me levou a criar a Jornada do Investidor.
Investimento não é sorte. Não é timing. Não é seguir guru. É a potencialização do produto do seu trabalho — com um plano que respeite quem você é e o que você quer construir.
20 anos de mercado. Uma convicção.
Perguntas frequentes
Transparência faz parte do trabalho. Aqui estão as perguntas que mais recebo — respondidas de forma clara e sem rodeios.
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O gerente de banco é funcionário de uma instituição financeira e só pode oferecer os produtos daquele banco. Ele tem metas de vendas e responde a uma estrutura corporativa — não necessariamente ao seu interesse.
O assessor de investimentos é um profissional regulado pela CVM e pela ANCORD, com formação técnica específica e foco exclusivo no cliente. Ele não é gerente — é um especialista dedicado à sua estratégia patrimonial.
No meu caso, atuo como assessor vinculado ao BTG Pactual — o maior banco de investimentos da América Latina — com acesso a uma das plataformas mais completas do mercado, custódia dos ativos na B3 e toda a solidez de uma instituição referência no setor.
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Não. A assessoria de investimentos não é exclusiva para quem já tem muito patrimônio acumulado.
O momento ideal para começar é exatamente quando você ainda está construindo. Decisões tomadas cedo — sobre onde investir, quanto guardar, como proteger o que você tem — têm impacto muito maior do que ajustes feitos anos depois.
O que importa não é o tamanho do patrimônio hoje, mas a disposição de construir com método e direção -
A proteção depende do tipo de investimento — e vale entender cada caso.
Ações, ETFs e FIIs Ficam custodiados na B3 — a Bolsa de Valores brasileira — e não no balanço da corretora. Em caso de falência da corretora, seus ativos permanecem intactos e podem ser transferidos para outra instituição.
Renda fixa (CDB, LCI, LCA) Além da custódia na B3, esses produtos contam com a cobertura do FGC — Fundo Garantidor de Créditos — de até R$ 250 mil por instituição emissora, com limite global de R$ 1 milhão por CPF. Ou seja, mesmo que o banco emissor quebre, o FGC garante o ressarcimento dentro desses limites.
Tesouro Direto É o investimento mais seguro do mercado brasileiro. Os títulos são emitidos pelo Governo Federal e ficam registrados diretamente no seu CPF no Tesouro Nacional — sem depender da saúde financeira de nenhuma corretora ou banco.
Fundos de investimento O patrimônio do fundo é segregado juridicamente do patrimônio da gestora. Em caso de insolvência da gestora, os cotistas são protegidos — o fundo não entra na massa falida.
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O planejamento começa com uma conversa. Antes de falar em qualquer produto ou estratégia, preciso entender onde você está hoje — sua renda, seus objetivos, seu horizonte de tempo e seu nível de conforto com risco.
A partir daí, construímos juntos um plano coerente com a sua vida: quanto guardar, onde alocar, como proteger o patrimônio e quando revisar as decisões.
Não existe carteira padrão. Cada plano é desenhado para uma pessoa específica, com objetivos específicos — e revisado sempre que algo relevante muda. -
Existem dois modelos de remuneração, e trabalho com os dois — dependendo do perfil e das necessidades de cada cliente.
Modelo por comissionamento (sem custo direto) A remuneração vem das corretoras e gestoras através de uma estrutura chamada rebate — uma parcela da taxa já embutida nos produtos, repassada ao assessor pela indicação. Nesse modelo, você tem acesso à assessoria sem pagar nada a mais do que pagaria investindo por conta própria.
Modelo fee based (honorário fixo) O cliente paga um valor fixo — mensal ou anual — pelo serviço de planejamento financeiro ou assessoria. Nesse modelo, a remuneração não depende dos produtos recomendados, o que pode fazer mais sentido em determinados perfis ou situações patrimoniais.
Nas primeiras conversas, apresento os dois modelos com transparência e oriento sobre qual se encaixa melhor no seu caso. Não existe resposta certa para todo mundo.
Vamos conversar?