Seus investimentos já te dão a liberdade de escolha que você procura?
Você já construiu patrimônio. Agora é hora de entender o que ele pode sustentar, o que precisa mudar e quais decisões fazem sentido para a vida que você deseja.
Planejamento financeiro e acompanhamento de investimentos para quem já construiu patrimônio.
Meu trabalho é ajudar você a transformar perguntas sobre patrimônio e investimentos em decisões para a vida:
quando pode parar ou reduzir o trabalho, quanto o patrimônio pode sustentar e como os investimentos precisam estar organizados para esse caminho.
A vida vem primeiro. Os investimentos vêm depois.
Antes de recomendar mudanças na carteira, preciso entender o que aquele dinheiro precisa fazer por você.
É a partir daí que entram as contas, as escolhas e, finalmente, os investimentos.
Como posso te ajudar
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Ideias sobre investimentos e decisões financeiras
Reflexões e análises para quem quer tomar decisões melhores sobre o patrimônio que construiu.
Mais de 20 anos de mercado. Uma convicção.
Aprendi cedo que dinheiro é um meio, não um fim. É o que viabiliza segurança, liberdade e as experiências que fazem a vida valer a pena.
Essa clareza veio de quase vinte anos dentro do mercado financeiro — como analista de renda variável, liderando Research e Marketing em uma das maiores operações de varejo do setor, e depois como sócio em um escritório focado no investidor pessoa física.
Ao longo dessa trajetória, vi um padrão que me incomodava crescer: a atração pela promessa de ganhos rápidos. E fui entendendo que o papel de quem trabalha com finanças deveria ser exatamente o oposto — ajudar as pessoas a construir algo sólido, com método e paciência.
Hoje atuo como assessor de investimentos vinculado à Taurus Investimentos (BTG) e, de forma independente, como planejador financeiro pessoal. E foi essa convicção que me levou a criar a Jornada do Investidor.
Investimento não é sorte. Não é timing. Não é seguir guru. É a potencialização do produto do seu trabalho — com um plano que respeite quem você é e o que você quer construir.
Perguntas frequentes
Transparência faz parte do trabalho. Aqui estão as perguntas que mais recebo — respondidas de forma clara e sem rodeios.
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Um planejador financeiro ajuda a transformar objetivos de vida em decisões financeiras.
No meu trabalho, isso começa entendendo onde você está hoje, o que deseja para os próximos anos e o que o patrimônio que construiu precisa permitir. A partir daí, avaliamos a viabilidade desses objetivos e, só depois, como os investimentos devem estar organizados para esse caminho.
O trabalho não termina na definição de uma carteira. O planejamento precisa ser acompanhado e recalculado quando sua vida, seus objetivos ou o cenário mudarem.
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A assessoria de investimentos costuma estar mais ligada à carteira: produtos, alocação, risco, liquidez e execução dos investimentos.
O planejamento financeiro começa antes. Ele procura responder o que aquele patrimônio precisa fazer pela sua vida.
Por exemplo: quando você gostaria de poder reduzir ou parar de trabalhar? Que renda gostaria de sustentar? Quanto pode retirar? O patrimônio atual é compatível com isso?
Essas respostas dão contexto para as decisões de investimento. Os investimentos continuam importantes. Só não são o ponto de partida.
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Não existe um valor único que determine se alguém já tem patrimônio suficiente para se aposentar.
A resposta depende, entre outras coisas, da renda que você deseja ter, da idade em que pretende parar ou reduzir o trabalho, de outras fontes de renda, do patrimônio acumulado, dos aportes até lá e de como esse patrimônio será utilizado ao longo da vida.
Por isso, a pergunta não deveria ser apenas “quanto preciso acumular?”, mas “o que o patrimônio que tenho consegue sustentar nas condições que fazem sentido para mim?”
É uma conta individual.
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Depende principalmente de quanto você precisa retirar do patrimônio e por quanto tempo esse dinheiro precisará sustentar sua vida.
Duas pessoas com o mesmo patrimônio podem precisar de valores muito diferentes. Uma pode ter aposentadoria, imóveis ou outras fontes de renda; outra pode depender exclusivamente dos investimentos. Uma pode querer preservar o patrimônio; outra pode aceitar utilizá-lo gradualmente.
Antes de definir um número, portanto, é preciso definir a vida que esse número terá de financiar.
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Existem dois modelos de remuneração, e trabalho com os dois — dependendo do perfil e das necessidades de cada cliente.
Modelo por comissionamento (sem custo direto) A remuneração vem das corretoras e gestoras através de uma estrutura chamada rebate — uma parcela da taxa já embutida nos produtos, repassada ao assessor pela indicação. Nesse modelo, você tem acesso à assessoria sem pagar nada a mais do que pagaria investindo por conta própria.
Modelo fee based (honorário fixo) O cliente paga um valor fixo — mensal ou anual — pelo serviço de planejamento financeiro ou assessoria. Nesse modelo, a remuneração não depende dos produtos recomendados, o que pode fazer mais sentido em determinados perfis ou situações patrimoniais.
Nas primeiras conversas, apresento os dois modelos com transparência e oriento sobre qual se encaixa melhor no seu caso. Não existe resposta certa para todo mundo.
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Uma retirada sustentável não deveria ser definida apenas aplicando uma porcentagem fixa sobre o patrimônio.
É preciso considerar seu horizonte, padrão de vida, outras fontes de renda, inflação, composição dos investimentos e se você pretende preservar o patrimônio ou utilizá-lo ao longo do tempo.
O objetivo é encontrar uma retirada compatível com seu plano — e acompanhar essa conta ao longo dos anos, porque as premissas podem mudar.
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Olhar apenas para rentabilidade, risco ou qualidade dos produtos não é suficiente.
Uma carteira pode ser composta por bons investimentos e ainda assim não estar adequada àquilo que você precisa.
Para avaliar a carteira, primeiro é necessário saber para que aquele dinheiro existe: quando será utilizado, quanto precisará gerar, quais decisões futuras deverá sustentar e quais riscos você realmente pode assumir.
Só com esse contexto é possível avaliar o que faz sentido manter, mudar ou simplesmente deixar como está.
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Pode fazer sentido, mas ter investimentos distribuídos entre várias instituições não é necessariamente um problema — nem uma vantagem por si só.
O mais importante é conseguir enxergar o patrimônio como um conjunto.
Quando cada instituição recomenda produtos olhando apenas para a parcela que administra, existe o risco de você ter várias carteiras aparentemente adequadas isoladamente, mas sem uma direção comum.
A pergunta principal não é quantas instituições você utiliza. É se o patrimônio inteiro está organizado para o mesmo plano.
Essa formulação conversa muito bem com situações que já apareceram entre teus leads: investimentos distribuídos em instituições diferentes e busca de segunda opinião.
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Não necessariamente.
Antes de qualquer decisão operacional, primeiro é preciso entender sua situação, seus objetivos e analisar os investimentos que você já possui.
A partir dessa análise, podemos identificar o que faz sentido manter, mudar ou investigar.
Se alguma transferência vier a fazer sentido, ela deve ser consequência da decisão de investimento — não o motivo para mudar um investimento que continua adequado ao seu plano.
Essa resposta é importante porque preserva exatamente a ordem que você já pratica: decisão antes da questão operacional.
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O acompanhamento não consiste apenas em verificar se a carteira subiu ou caiu.
Rentabilidade, risco, liquidez e os próprios investimentos precisam ser monitorados, mas existe outra pergunta igualmente importante:
“Algo mudou na sua vida?”
Uma mudança de trabalho, renda, família, prazo ou objetivo pode exigir uma nova conta e, eventualmente, novas decisões.
Por isso eu vejo planejamento como um ciclo: a carteira é uma fotografia; o planejamento precisa acompanhar o caminho.
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Existem diferentes modelos de remuneração no mercado financeiro, e eles podem variar conforme o tipo de serviço e a relação estabelecida com o cliente.
O importante é que você entenda como o profissional é remunerado e quais incentivos podem existir em cada modelo.
No meu caso, a forma de remuneração é explicada antes de iniciarmos o trabalho, para que você saiba como funciona a relação e possa decidir com clareza se ela faz sentido para você.
Eu manteria essa resposta propositalmente simples. O próprio cliente já demonstrou interesse em entender modelos de remuneração e seus efeitos; existe valor em transparência, mas a Home não precisa virar uma aula sobre estruturas comerciais.
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CFP® é uma certificação profissional voltada ao planejamento financeiro.
Ela envolve conhecimentos em diferentes áreas da vida financeira e exige requisitos específicos para obtenção e manutenção da certificação.
No meu trabalho, ela se soma à formação em Economia e à experiência acumulada ao longo de mais de 20 anos no mercado financeiro.
Qual pergunta seus investimentos precisam responder hoje?
Se você já construiu patrimônio e existe uma decisão que ainda não consegue responder com segurança, podemos conversar.