Planejamento financeiro e investimentos

Você investe há anos.

Mas o que construiu já é suficiente para te dar a liberdade de escolha que você deseja?

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Você não está começando

Você trabalhou, poupou, investiu e construiu patrimônio.

Só que, conforme o patrimônio cresce e o futuro deixa de parecer tão distante, começam a aparecer perguntas que o saldo e a rentabilidade da carteira não conseguem responder:

01
O que eu tenho hoje é suficiente?
02
Quando eu realmente posso parar ou reduzir o ritmo?
03
Quanto vou poder tirar por mês?
04
Meus investimentos estão condizentes com a vida que eu quero?

Esse é o ponto.

O problema não é começar a construir patrimônio. Você já fez isso.

O problema agora é saber se o que você construiu e o que está fazendo hoje vão te dar liberdade para escolher como quer viver e trabalhar nos próximos anos.
A pergunta anterior

Uma carteira pode ter bons investimentos e ainda assim não estar boa para você.

É aqui que eu acredito que muita análise de investimentos fica incompleta.

Você pode preencher um suitability. Pode descobrir que seu perfil é conservador, moderado ou arrojado. Pode comparar fundos, CDBs, títulos e ações.

Pode até concluir que os produtos, isoladamente, são bons.

Boa para quê?

Uma pessoa pode querer

Parar de trabalhar aos 60.
Manter o padrão de vida.

Outra pode querer

Reduzir o ritmo.
Ter mais liberdade para escolher como trabalhar.
Ajudar os filhos.

E alguém pode

Até ter um perfil arrojado no formulário e, durante a conversa, deixar claro:

“Não posso perder.”

Por isso, eu não começo olhando para os investimentos.

Primeiro preciso entender sua vida hoje e onde você quer chegar.

Só depois consigo avaliar se os investimentos que você tem fazem sentido para esse caminho.

Suitability, cálculo e investimentos continuam existindo.

Só não são o ponto de partida.

Uma decisão real

De uma dúvida sobre investimentos para uma decisão que cabia na vida real.

Uma cliente chegou até mim aos 54 anos com cerca de R$ 2,3 milhões investidos. Ela queria uma segunda opinião sobre mudanças que haviam sido sugeridas na carteira.

54 anos
R$ 2,3 mi investidos
R$ 20 mil renda mensal desejada

1. A pergunta que chegou

Ela não chegou perguntando sobre aposentadoria.

Chegou porque a gerente do banco havia sugerido mudanças na carteira e ela queria uma segunda opinião:

“Essas mudanças são boas? Devo fazer?”

2. A pergunta que importava

Antes de responder, fomos entender o que aquele patrimônio precisava fazer pela vida dela.

Foi aí que apareceu a questão realmente importante.

Ela queria parar de trabalhar aos 60 anos e manter uma renda próxima dos R$ 20 mil mensais.

3. O que a conta mostrou

Fizemos as contas.

Para parar aos 60, manter aquela renda e preservar o patrimônio, o esforço de poupança necessário seria maior do que a própria renda que ela recebia.

A conta existia. Só não cabia na vida real.
Consumir o patrimônio Uma alternativa reduzia bastante o esforço mensal, mas pressupunha consumir o patrimônio até os 90 anos.

A conta melhorava. O desconforto, não.
Postergar + ajustar Outra alternativa era postergar a aposentadoria para os 64 anos, fazer um ajuste moderado nos investimentos e aumentar gradualmente a poupança.

4. A decisão

“Isso eu consigo fazer.”

“Prefiro esse esforço agora.”

Ela se tornou cliente.

Reorganizamos os investimentos e os aportes, que estavam em cerca de R$ 7 mil por mês, foram aumentando gradualmente até chegar a R$ 8.400.

Ela precisou de tempo para adaptar também sua vida e seu consumo à decisão que havia tomado.

O plano foi saindo da conta e entrando na vida real.

O mais importante ali não foi responder se a carteira estava boa.

Foi transformar uma dúvida sobre investimentos em uma decisão que ela conseguia executar.
Como eu trabalho

A vida vem primeiro. Os investimentos vêm depois.

01

Primeiro, a vida.

O ponto de partida é a sua vida.

Primeiro eu preciso entender onde você está hoje e onde quer chegar.

São essas respostas que dão contexto para todo o resto.

Quando gostaria de ter mais liberdade para escolher?

Quer parar de trabalhar, reduzir o ritmo ou apenas depender menos dele?

Que renda gostaria de ter?

O que quer preservar?

Que decisões importantes já estão no horizonte?

02

Depois, a viabilidade.

Precisamos saber se o que você deseja cabe na sua realidade.

Fazemos as contas.

Se não fechar, não adianta tentar resolver a diferença simplesmente buscando mais rentabilidade.

Precisamos entender quais escolhas são possíveis.

Não sou eu quem escolhe isso por você.

Meu papel é mostrar as alternativas e as consequências de cada uma, para decidirmos juntos qual caminho faz sentido e pode ser executado.

Mais tempo?

Mais aporte?

Algum ajuste no consumo?

Uma mudança no próprio objetivo?

03

Só depois chegamos aos investimentos.

A partir do que definimos, organizo seus investimentos de acordo com quando você vai precisar do dinheiro, respeitando também sua relação com risco e aquilo que você efetivamente consegue sustentar.

É aí que carteira, produtos e suitability entram.

Os investimentos são importantes.

Só não vêm primeiro.

04

E depois acompanhamos o caminho.

O trabalho não termina quando a carteira está organizada.

No acompanhamento, olhar rentabilidade, investimentos e resultados faz parte. É uma prestação de contas.

Mas existe uma pergunta ainda mais importante.

Porque, se algo mudou, talvez seja necessário fazer as contas novamente.

E não é só a sua vida que muda.

Juros, inflação, economia e os próprios investimentos também mudam.

Por isso acompanhamos e recalculamos ao longo do tempo.

A vida não é linear. Por isso, o plano precisa acompanhar o que muda.

“Algo mudou na sua vida?”
Antes de conversarmos

Esse trabalho faz sentido para o momento que você está vivendo?

Esse trabalho pode fazer sentido se...

  • já investe e quer entender se o que construiu é suficiente para a vida que deseja;
  • quer parar, reduzir o ritmo ou simplesmente depender menos do trabalho nos próximos anos;
  • se pergunta quanto seu patrimônio pode sustentar sem comprometer seu futuro;
  • tem investimentos, mas não sabe se o conjunto está realmente direcionado para o que quer construir;
  • quer tomar decisões entendendo o que cada escolha muda na sua vida, e não apenas qual investimento promete mais rentabilidade.

Provavelmente não faz sentido para você se...

  • está começando agora e procura ajuda para montar sua primeira carteira;
  • procura indicação do investimento, fundo ou ação que vai render mais;
  • quer operar, fazer trade ou buscar ganhos rápidos;
  • quer apenas uma segunda opinião sobre um produto, sem discutir o que aquele dinheiro precisa fazer por você;
  • procura uma promessa de rentabilidade ou uma certeza sobre o que acontecerá no futuro.
A pergunta agora é sua

Qual pergunta seu patrimônio precisa responder hoje?

Se você se reconheceu no que leu, me mande uma mensagem no WhatsApp.

Quero entender o que você já construiu, em que momento da vida está e qual pergunta seu patrimônio precisa responder hoje.

Se eu entender que consigo ajudar, explico como trabalho e vemos se faz sentido avançar para uma conversa.

Se não fizer sentido, eu também vou te dizer.

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