Você investe há anos.
Mas o que construiu já é suficiente para te dar a liberdade de escolha que você deseja?
Continue ↓Você trabalhou, poupou, investiu e construiu patrimônio.
Só que, conforme o patrimônio cresce e o futuro deixa de parecer tão distante, começam a aparecer perguntas que o saldo e a rentabilidade da carteira não conseguem responder:
Esse é o ponto.
O problema não é começar a construir patrimônio. Você já fez isso.
Uma carteira pode ter bons investimentos e ainda assim não estar boa para você.
É aqui que eu acredito que muita análise de investimentos fica incompleta.
Você pode preencher um suitability. Pode descobrir que seu perfil é conservador, moderado ou arrojado. Pode comparar fundos, CDBs, títulos e ações.
Pode até concluir que os produtos, isoladamente, são bons.
Uma pessoa pode querer
Parar de trabalhar aos 60.
Manter o padrão de vida.
Outra pode querer
Reduzir o ritmo.
Ter mais liberdade para escolher como trabalhar.
Ajudar os filhos.
E alguém pode
Até ter um perfil arrojado no formulário e, durante a conversa, deixar claro:
“Não posso perder.”
Por isso, eu não começo olhando para os investimentos.
Primeiro preciso entender sua vida hoje e onde você quer chegar.
Só depois consigo avaliar se os investimentos que você tem fazem sentido para esse caminho.
Suitability, cálculo e investimentos continuam existindo.
Só não são o ponto de partida.
De uma dúvida sobre investimentos para uma decisão que cabia na vida real.
Uma cliente chegou até mim aos 54 anos com cerca de R$ 2,3 milhões investidos. Ela queria uma segunda opinião sobre mudanças que haviam sido sugeridas na carteira.
1. A pergunta que chegou
Ela não chegou perguntando sobre aposentadoria.
Chegou porque a gerente do banco havia sugerido mudanças na carteira e ela queria uma segunda opinião:
“Essas mudanças são boas? Devo fazer?”
2. A pergunta que importava
Antes de responder, fomos entender o que aquele patrimônio precisava fazer pela vida dela.
Foi aí que apareceu a questão realmente importante.
Ela queria parar de trabalhar aos 60 anos e manter uma renda próxima dos R$ 20 mil mensais.
3. O que a conta mostrou
Fizemos as contas.
Para parar aos 60, manter aquela renda e preservar o patrimônio, o esforço de poupança necessário seria maior do que a própria renda que ela recebia.
A conta melhorava. O desconforto, não.
4. A decisão
“Isso eu consigo fazer.”
“Prefiro esse esforço agora.”
Ela se tornou cliente.
Reorganizamos os investimentos e os aportes, que estavam em cerca de R$ 7 mil por mês, foram aumentando gradualmente até chegar a R$ 8.400.
Ela precisou de tempo para adaptar também sua vida e seu consumo à decisão que havia tomado.
O plano foi saindo da conta e entrando na vida real.
Foi transformar uma dúvida sobre investimentos em uma decisão que ela conseguia executar.
A vida vem primeiro. Os investimentos vêm depois.
Primeiro, a vida.
O ponto de partida é a sua vida.
Primeiro eu preciso entender onde você está hoje e onde quer chegar.
São essas respostas que dão contexto para todo o resto.
Quando gostaria de ter mais liberdade para escolher?
Quer parar de trabalhar, reduzir o ritmo ou apenas depender menos dele?
Que renda gostaria de ter?
O que quer preservar?
Que decisões importantes já estão no horizonte?
Depois, a viabilidade.
Precisamos saber se o que você deseja cabe na sua realidade.
Fazemos as contas.
Se não fechar, não adianta tentar resolver a diferença simplesmente buscando mais rentabilidade.
Precisamos entender quais escolhas são possíveis.
Não sou eu quem escolhe isso por você.
Meu papel é mostrar as alternativas e as consequências de cada uma, para decidirmos juntos qual caminho faz sentido e pode ser executado.
Mais tempo?
Mais aporte?
Algum ajuste no consumo?
Uma mudança no próprio objetivo?
Só depois chegamos aos investimentos.
A partir do que definimos, organizo seus investimentos de acordo com quando você vai precisar do dinheiro, respeitando também sua relação com risco e aquilo que você efetivamente consegue sustentar.
É aí que carteira, produtos e suitability entram.
Os investimentos são importantes.
Só não vêm primeiro.
E depois acompanhamos o caminho.
O trabalho não termina quando a carteira está organizada.
No acompanhamento, olhar rentabilidade, investimentos e resultados faz parte. É uma prestação de contas.
Mas existe uma pergunta ainda mais importante.
Porque, se algo mudou, talvez seja necessário fazer as contas novamente.
E não é só a sua vida que muda.
Juros, inflação, economia e os próprios investimentos também mudam.
Por isso acompanhamos e recalculamos ao longo do tempo.
A vida não é linear. Por isso, o plano precisa acompanhar o que muda.
Esse trabalho faz sentido para o momento que você está vivendo?
Esse trabalho pode fazer sentido se...
- já investe e quer entender se o que construiu é suficiente para a vida que deseja;
- quer parar, reduzir o ritmo ou simplesmente depender menos do trabalho nos próximos anos;
- se pergunta quanto seu patrimônio pode sustentar sem comprometer seu futuro;
- tem investimentos, mas não sabe se o conjunto está realmente direcionado para o que quer construir;
- quer tomar decisões entendendo o que cada escolha muda na sua vida, e não apenas qual investimento promete mais rentabilidade.
Provavelmente não faz sentido para você se...
- está começando agora e procura ajuda para montar sua primeira carteira;
- procura indicação do investimento, fundo ou ação que vai render mais;
- quer operar, fazer trade ou buscar ganhos rápidos;
- quer apenas uma segunda opinião sobre um produto, sem discutir o que aquele dinheiro precisa fazer por você;
- procura uma promessa de rentabilidade ou uma certeza sobre o que acontecerá no futuro.
Qual pergunta seu patrimônio precisa responder hoje?
Se você se reconheceu no que leu, me mande uma mensagem no WhatsApp.
Quero entender o que você já construiu, em que momento da vida está e qual pergunta seu patrimônio precisa responder hoje.
Se eu entender que consigo ajudar, explico como trabalho e vemos se faz sentido avançar para uma conversa.
Se não fizer sentido, eu também vou te dizer.